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A dor de parir o sol

Mariana Gama

Descrição da Foto
Na divisa da noite para o dia acordei magicamente desperto
Esperando a chegado do sol, sem sono ou cansaço.
Acordei para saudá-lo e voltei como uma pedra profunda na cama
Afundando
Três dias que o medo me faz pensar na inexistência conselheira
Mas agora tenho fome e trago o sol na fronte de frente pra quem chega.

Não tenho temor não
Meu coração é forte fonte de vontades
De tardes madrugadas onde ele pulsa matinal.
De um carnaval de sentimentos aglutinados
Estreitando ainda mais o laço que em ti me aperta
Teus braços que guardam minhas doces paranóias com um amor que nunca vi
Vou nesse colo lembrando e de fundo tocando as minhas cenas infantis

Tão tolo o desespero que me descobre à noite sozinho e encolhido...
Tolhido de um ar que me areje a cabeça
Que desça aqui o mistério
Que seja o meu travesseiro
Mesmo que não mereça


Glauco César II

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Esse conteúdo foi criado e postado por:

Glauco César II

Autorizado por:
Fundarpe

em 29.06.2009 às 13h14


Tags

música de pernambuco, rock, poesia, literatura, glauco e o trem

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