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Mestre Saluz

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"Num morreu não, virou cordel, poesia,
Seu Salu, mestre rabequeiro,
vai ser cantado por moças e rapazes, meninos e meninas,
celebrado nos terreiros.
Gente assim não morre, mesmo vivo já é mito.

E assim vai... miudinho, pequenininho gigante,
frágil poderoso... de música e melodia...
do tipo que se canta no quintal,
embalando criança... que não só se canta... mas, se dança.

Música do mundo todo e de todo mundo. 
E tome homenagem! "

Torquato Silva

 

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1 comentários

  1. Alline Suzi Figueredo Salustiano comentou:

    05.09.2008 - 16h54

    Salú saio da vida para entar na história! Pois, antes mesmo de sua partida já anuciava-se ao grande ár celeste, que um dia por lá iria habitar um ilutre homen. Não só por ser o artista que foi e que sempre será. Mas, por ser tão completo em sua simplicidade! Como ele mesmo nos dizia. " Não devemos nunca nos render. Não antes do anuncio do fim..." Assim fez ele.. não si rendeu em momento algum.
    Não desistio porque sua vontade de viver era maior do que o seu medo da morte..
    E quando falavamos em morte ele sempre dizia:" Só si vai, quando a nossa missão chega ao fim!"

    Sendo assim, ele foi com a certeza de missão cumprida.

    Saudades eterna, meu querido sogro!!!









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em 03.09.2008 às 10h40


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mestre, salustiano, salu, saluz, torquato silva, poesia, morte

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